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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Perfil

Esses dias, um amiguinho da escola da minha filha me perguntou porque eu era tão diferente da minha foto de perfil das minhas redes sociais. Ia responder que usava as fotos de quando eu era amiga do espelho, quando era mais nova, magra, menos preocupada com filhos, marido, casa, contas... Apenas respondi que é porque a vida virtual é fantasiosa e eu aparecia como gostaria de estar.
Claro que isso ficou latejando na minha cabeça algum tempo e então decidi mudar a foto do perfil. Coloquei uma de como me vejo. Uma bem atual e real.
Psicólogo, i need! Ever!!!

sexta-feira, 9 de maio de 2014

[In]sanidade

Aaaaaaah, a maternidade...
Deitei tarde, levantei várias vezes com o bebê nas altas horas por madrugada afora. Amanheceu, levantei definitivamente, preparei o filho do meio pra escola, despachei. Junto é claro, com o caçula no colo. Arrumei o pequeno e fomos para consulta rotineira com pediatra. Quando enfim sentei, me dei conta que não comi e pior ainda, MINHA BLUSA ESTAVA NO LADO AVESSO, sim, avesso. Claro que entrei em qualquer roupa e obviamente nem tive tempo de olhar no espelho. Por um instante pensei em ir ao banheiro arrumar mas... E se a médica chamasse na hora? E outra, teria que tirar o canguru. E ainda e mais importante, quem segura o bebê enquanto isso. Bom, deixa assim mesmo, nem ligo para as pessoas me olhando, se bem que deve ser meio bizarro a etiquetona pra fora bem visível já que o cabelo está preso no coque habitual.
Volta pra casa, uma postagenzinha marota no blog, pelo celular mesmo porque não da tempo de ligar o computador e conseguir sentar e permanecer na frente dele é artigo de luxo.
Corre! Tomar café que já está na hora de começar fazer o almoço. Uma hora a filha mais velha entra na escola, tem que ter comido. Ufa, ela já se prepara sozinha, preciso apenas dar as coordenadas a ela, todas as coordenadas, levanta, escova os dentes, toma café, arruma a cama, se arruma, larga o celular, arruma a bolsa, confere tudo de novo, almoça...
Vamos! Levar na escola, voltar, dar banho no pequeno, se conseguir que durma, almoçar, faxinar.
O segundo chega da escola, preparar o café da tarde, se der, comer, jajá ir buscar a n° 1 na escola, banhos, preparar janta, jantar, louça, ao mesmo tempo que tudo, com o n°3 que está na fase espuleta, amamentando sem hora definida, colo colo e colo, dando assistencia ao n° 2 e a mais velha também, claro.
E ainda bem que hoje não preciso ir no mercado, no sacolão, açougue nem nada.
E no meio disso de olho nas redes sociais. E torcendo pra sobrar um tempinho pra fazer meus artesanatos. E ler ao menos um capítulo do livro. E quem sabe ainda cuidar das unhas. Ah, é mesmo, tenho que cortar as unhas dos meninos hoje também.
E antes de dormir engolir mais uma vez a não resposta a pergunta de sempre do marido, "cansada de que?".

quinta-feira, 4 de julho de 2013

[des]ordem

Mas saiu todo fora de ordem. Comecei quase que pelo fim. Não teve o começo ainda. E agora seria o meio? Não sei! Nem sei se realmente existe ordem nessa desordem de vida.
Esse texto também não começou ordenado. Pela lógica seria introdução, desenvolvimento e conclusão, vulgo: começo, meio e fim.
E para que tudo isso? Seguir regras é massante, a rotina cansa. Não seguir linha nenhuma também!
Esta tudo confuso, tudo sem lugar, não quero lugar certo, não quero não me encontrar.
Vou indo! Espero me encontrar. E me ajeitar. Sem ordem. E sem desordem.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Pelo direito de ficar triste

Veja bem, reivindico a mim mesma o direito de ficar triste. O direito, não o hábito, não o dever.
Sou cheia de dilemas, aqui dentro tem tanta coisa, tanto desejo, tantas ideias, tantos planos, tanta vontade. A mente da gente é muito complexa. Não consigo lidar muito bem com certos padrões, com certas coisas que a vida faz com a gente. Lidar com nossos fantasmas e com as consequências das nossas escolhas e atos muitas vezes é pesado e mais pesado ainda é lidar com aquilo que não é nosso, que é dos outros mas atinge diretamente nossas estruturas. Lutar sem cessar para aceitar e administrar tudo isso cansa. Aguentar 100% do tempo de bom humor, sem tropeçar e sem derrubar a peteca é insano.
Insano mesmo é querer carregar o mundo nas costas. Insano é não se permitir desmoronar de vez em quando. 
Me odeio quando não me permito surtar. Odeio sentir culpa por não dar conta de tudo. Odeio me odiar.
Esporadicamente tenho minhas crises de quem sou, o que estou fazendo, para onde vou...
Pode não parecer por essas linhas, mas sou uma otimista daquelas insuportáveis, que para cada momento de bad já tem uma frase pronta de auto astral. Sempre extraindo algo de bom das coisas, mesmo das coisas ruins, sempre aprendizado pelo menos. Experiência! 
Mas estou no meu momento fechado, de introspecção, de análise, de busca, balanço e desejo de encontrar aqui dentro comigo mesma. Me deixa! Em breve estou de volta.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Ser mãe é!

Me aconteceu um fato trágico mas o tornei cômico. Nada agradável. No mínimo desconfortável. 
Meu filho tem dois aninhos, faz alguns meses que aprendeu a usar o banheiro. Nessa fase de adaptação a criança não sabe avisar direito, tem que ter muita dedicação, periodicamente levar ao banheiro mesmo sem a vontade deles e quando finalmente aprendem a pedir para ir, mãe já sabe que está na porta, não dá pra esperar.
Eu sempre repudiei muito o ato de fazer xixi na rua. Independente da urgência sempre acho que é possível encontrar alternativa. Mesmo menininhos, nunca admiti tal ato. 
Eis que chegou a minha vez. Tinha acabado de pegar o Davi na creche, sabia que teríamos um bom caminho pela frente quando ele disse "Mamãe, xixi". Pronto. Por um instante pensei em deixá-lo fazer na rua mas meus princípios não permitiram e mandei em vão ele esperar. 
Resultado: ele fez na calça. E estava de cavalinho, nos meus ombros. Senti o quentinho no meu pescoço...Vim embora com aquele cheirinho e com orgulho de ter sido forte e não ter deixado ele criar tal hábito horroroso que para mim é abominável.
Ser mãe é! 

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Ó cabelo, cabelo meu... ♪

Eu achava me meu cabelo me odiava, quando estamos a sós ele fica lindíssimo e quando temos companhia ele fica rebelde. Refletindo melhor sobre esse nosso impasse, percebi que na verdade ele me ama. Está super bem comigo quando preciso dele e nem dá bola para a opinião superficial dos outros.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Eu sou carente!


Ah se meu amor soubesse o quanto sou carente... Do quanto necessito de carinho, do quanto sinto saudades daquele comecinho de namoro com flores, sms's, e-mails, jantares, cineminhas e programinhas de casal, de mãos dadas, de "você é especial para mim", do "você é importante na minha vida", do "eu te amo" sem o tom automático da rotina com o beijo seco antes de dormir. Como eu queria apoio de quem amo nos meus simples projetos... Como dói ouvir que meus dilemas são bobagens... Como é triste não ser prioridade para quem é a minha... Como é difícil lidar com os caminhos que o outro segue para saciar seu ego... Como são complicados e complexos os relacionamentos... Mesmo sabendo que a conversa é a chave de tudo, nem sempre conseguimos seguir esse caminho...
Reticências eternas de um coração angustiado, solitário e carente... 

Reconstruir-me


Eu nunca fui na manicure, compro apenas meia duzia de esmaltes a cada trimestre, dos baratinhos mesmo, detesto salão de beleza, ia uma, no máximo duas vezes por ano, agora aprendi cortar meu próprio cabelo, quase não uso maquiagem, nem tenho um kit decente, cosméticos só os mais básicos, jóias nem tenho intimidade, algumas bijus somente, bolsas simples, nenhuma roupa de marca, quase tudo de fast fashion devidamente parceladinhas, meu fraco são os sapatos, ah os sapatos... Não sou um bom exemplo de "mulherzinha".
Com a formação da minha família, uma das escolhas que tomei foi esquecer do meu eu e me dedicar ao bem de todos. Pode até não parecer mas pedir dinheiro ao mantenedor das despesas é uma luta muito intensa e dolorida. Só dói menos do que ouvir as respostas. O "você não precisa disso", "isso não é importante" ou o "depois eu vejo" e depois esquecer e ter que pedir novamente, novamente e novamente... Mata um pouquinho cada vez mais. 
O coração bate fora do ritmo, o nó na garganta faz morada e a muralha construída cercando lá no fundo meu eu, minha individualidade, minha auto estima, desmorona e mais uma vez, tenho que juntar forças que nem sei de onde vem, sair de lá de baixo das ruínas e reconstruir tudo de novo, peça por peça. É um trabalho insano, demorado e triste.



terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Vontades X Necessidades X Prioridades


Incrível como minha criatividade aflora no travesseiro, vontade de escrever, escrever e escrever. Mas sou mãe, tenho necessidade de dormir enquanto as crianças dormem pois a qualquer instante eles podem precisar de mim e tenho que estar de prontidão para atendê-los. Me vejo claramente uma velhinha escrevendo dezenas de diários retratando minhas vivencias e filosofando suspirante as bagagens adquiridas.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Birthday 80 years old

Meu vô completou oitentinha mas está convicto que é 7.9 apenas. Em sua defesa da tese, explicou-me que por nascer em 28 de Dezembro de 1.932 e no ano de 32 só ter vivido por 3 dias, ele prefere dispensar este, sendo assim, em 2.012 fez 79. A idade é dele, ele que tem direito de contar como preferir ué. Acho justo!

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Silêncio

'' O silêncio é bom, gosto de ouvir o som do meu interior. É com o silêncio que consigo seguir o rumo de meus pensamentos. ''.  E como amo escrever, falo através do silêncio das minhas palavras transformando-as em textos, em posts, em desabafo. Quando me ouço tenho necessidade de escrever. Amo o silêncio pois amo minha compania! Amo me encontrar! Amo me amar!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Resuminho 2012

Essa época do ano sempre inspira fazermos balanços e resoluções mas não ligo muito para essas coisas... Não lido bem com desilusões. É meio clichê mas "prefiro me surpreender do que me decepcionar" e acho muito amargo o sabor da desilusão. Muito muito mesmo. Preciso de terapia para aceitar melhor isso. Não gosto de fazer grandes planos, sou organizada, preciso de ordem para fazer minhas coisas, fazer de última hora me deixa mega irritada mas com os planos prefiro ser bem realista e manter os pés no chão.
Bom, da minha vida não farei resoluções nem levantamento de planos não cumpridos no ano anterior mas aqui no blog vou fazer resuminho sim!
2012 foi o 3º ano do alinne's world. Foi o ano que mais postei. Foram 620 posts, uauuu. Em 10 meses foram 50 e em 2 foram 60 postagens. Consegui postagens diárias. Tracei um objetivo e cumpri. Selecionei temas e os mantive. Postagens regulares de segunda a sábado. Domingos de descanso. 
O que quero para 2013 é aumentar meus textos, os de minha autoria. Amo escrever. Amo escrever sobre comportamento. Tenho certo receio de publicar sobre assuntos e temas do meu convívio, medo de expor os que me cercam. Preciso encontrar o equilibrio nisso... 
Antes de soltar esse post procurei o do ano anterior e tchanam: foi bem parecido com esse! rs Olha ele aqui! Então é isso. Meu 2012 foi ótimo! Espero que 2013 seja no mínimo agradável. Beijos!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

21/12/12

Eu bem acho que a chave de tudo está dentro de cada um, que para vencermos os obstáculos dessa vida primeiro precisamos vencer a nós mesmos, que o nosso maior inimigo é sempre o próprio eu, se estamos bem conosco tudo fica bem. Para mim o fim do mundo é individual, cada um acaba para o mundo quando acaba para si. Não acredito nessa profecia pois sou cristã e tenho convicção de que a hora certa só Deus sabe.
Compartilho aqui um texto da Clarissa Corrêa sobre tal tema:

O fim do mundo não é no dia 21 de dezembro de 2012. O fim do mundo são os arrastões e assassinatos em São Paulo. É a onda de violência em Santa Catarina. É o furacão em NY. É o goleiro que manda matar a mãe do filho. É a bala perdida que mata a criança. É a mulher que mata a pauladas o cachorro. São os ataques terroristas que matam inocentes. É o aluno que agride o professor. É o professor que agride o aluno. São os adolescentes que planejam matar o colega. É quem ainda joga lixo na rua. São as brigas entre torcidas. É a menina que é estuprada dentro do ônibus. É o ladrão que tem regalias na prisão. É o político que rouba na maior cara de pau. É quem vê um acidente e não presta socorro. É quem presencia uma injustiça e não faz nada. É quem age com imprudência no trânsito. É 
quem age de má fé na vida. Por isso, o fim do mundo é todo dia.


terça-feira, 11 de dezembro de 2012

De bem comigo!


Não existe melhor balança do que o bom e velho jeans, por isso resgatei um que comprei enorme e não tinha coragem de enfrentar pelo numero da etiqueta. Agora fico toda toda com ele folgado. Não quer dizer necessariamente que estou menor mas sim que aprendi me aceitar. Me amando tenho condições de lutar para alcançar meus objetivos. 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Off


Porque aqui dentro não é mais um lugar onde é suportável estar.
A vontade é de abrir a pele e sair do corpo para ver se me livro da dor.
O conto de fadas durou quase meia dúzia de anos mas a dona realidade veio com todo fervor destruir meu castelo na areia e matar a imagem do meu utópico príncepe perfeito, único, meu...
Não imaginei que pudesse doer tanto assim, achei que estava calejada. Achei que a armadura que eu vestia fosse capaz de me proteger, de não me derrubar.
Fiz tudo diferente, dei espaço, dei liberdade, dei tudo de mim, dei o melhor de mim, me doei por inteira, sem metades, sem pudor, sem frescura. Desisti de mim, me coloquei de lado, me coloquei para trás, me anulei, me guardei para depois. Vivi intensamente para o bem do conjunto. Lidei diariamente com meu eu voraz tentando me sabotar, me fazer egoista, viver...
Uma hora eu volto! Não sei quando, primeiro preciso juntar os cacos, encontrar o chão pois não o tenho mais sob meus pés, na verdade nem sei onde estão meus pés.
Vou me erguer, esticar a espinha, estufar o peito, levantar a cabeça e em algum momento volto.
Adestrar minha minha mente para que tudo volte para o lugar, para que encontre o lugar.
Encontrar a auto estima massacrada. Parar de culpar-me pelo que não depende de mim.
Desligando para recarregar, para me encontrar.
Em manutenção!

Fiquei magoadonão por me teres mentido, mas por não poder voltar a acreditar-te” 




terça-feira, 6 de novembro de 2012

Me amando!


 Hoje acordei me amando. 
Isso deveria ser rotina, mas ultimamente não é.
Não ando de bem com meu corpo.
Não me alegro com o que vejo no espelho.
Fujo dele e principalmente das fotos.
Mas hoje foi um dia atípico.
Acordei me amando!
Amando meu cabelo volumoso.
Amando as manchinhas do meu rosto.
Amando minha cara lavada.
Hoje não desejei filtro nas fotos, make e nem mesmo chapinha.
Hoje estou de bem comigo mesma.
Hoje me amo, me acho linda e vou curtir esse momento. 
Hoje não me importo com os quilos extras.
Hoje estou em paz!
Hoje estou feliz! 
Hoje me aceito como sou.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Uma frustração


Eu não sou de ligar para o que os outros falam, me importo pouquíssimo com isso, bem porque muitas vezes, diria que a maioria esmagadora das vezes, as críticas não são construtivas, as palavras são vazias, vindas de momentos de fúria e sem reflexão. Na verdade, até as utilizo no meu balanço de o que isso tem que útil para minha vida e o que isso importa. Pode parecer piegas, mas é verdade. Confio muito na minha consciência, só preciso dela em paz para ficar em pé.
Nos meus projetos, nos meus hobbys, nos meus assuntos, no que me interessa, no que começo fazer, me dou por completo, me dedico, me esforço. Costumo fazer tudo de coração, se não for de coração, nem começo ou já anuncio no começo que não é minha praia e não deve sair bom porque não tem ali minha melhor parte. Não consigo não ser sincera. 
Sou um tanto fechada, demoro para me soltar, para criar laços... Mas quando me entrego é por inteiro! 
Infelizmente a intensidade ao contrário é proporcional. O desapego é avassalador.
Sim, eu refaço minha listinha de prioridades constantemente! 
Sim, eu me apego aos detalhes! 
Sim, eu me magoo com palavras de descaso das pessoas que eu amo.
Finalizo com essa frase do Fabrício Carpinejar que está latejando no meu peito:
 Nada mais frustrante do que confessar uma preocupação e ouvir do outro lado que é bobagem.” 





quinta-feira, 2 de agosto de 2012

O livro


Sei lá se isso é normal... Tenho mania de escrever uma linha e salvar nos rascunhos para depois dissertar com calma um texto para o blog. Também tenho mania de escrever textos enormes e não publicar... E de querer escrever sobre tudo... E de me cobrar escrever mais e melhor.
As vezes acho que só deveria escrever um texto depois de ler mais um livro. 
Todo escritor deve ser um bom leitor. Todo leitor tem boas ferramentas para ser um bom escritor.
As tarefas do dia a dia não me deixam investir nessa prática que me satisfaz. Começo escrever, acontecem mil coisas, os filhos, o marido, a casa... Não consigo parar para ouvir meus pensamentos. Muitas vezes na cama surgem estalos, faíscas, idéias infinitas que me conflitam em descansar ou virar a noite transcrevendo meus pensamentos. Meu físico e meu mental não estão em harmonia.
Um fato: tenho certeza que o que há dentro de mim quer e precisa sair. Não posso prender! Eu até consigo guardar mas é necessário compartilhar. Mais cedo ou mais tarde.
Uma ferramenta que me ajuda é o twitter. Em 140 caracteres solto vários rabiscos, muitos rascunhos.
As redes sociais, a internet móvel, celular, tablet, netbook. Meus aliados! Busco usá-los a meu favor.
Esboços para cumprir as metas básicas da vida. ∞ Não importa a ordem. Não sou boa em seguir padrões... Comecei pelo fim. Escrever um livro, plantar uma árvore e ter um filho. Os filhos já tenho, a árvore ainda vou plantar e no momento propício meu livro sai! Ah se sai! Enquanto isso vou treinando!


sexta-feira, 22 de junho de 2012

Igualdade de que mesmo?


Acho lindo todo aquele assunto de luta das mulheres por igualdade, da tentativa de ter os mesmos direitos do que os homens e tal, mas gente, é muita inocência achar que todos podem ser iguais um dia.
Nem em um casal! Por mais moderninho que o cara for, com casamento tudo muda de figura. É minha querida, 10 entre 10 mulheres vão confirmar essa informação.
É da cultura, da espécie, dos genes, do sangue, os homens vem com esse defeito de fábrica.
Direitos estão totalmente vinculados com deveres, Agora vamos expor alguns itens:
Casa: Quem é que se preocupa com a arrumação? Alguns raros maridos ajudam com os afazeres, mas mesmo quando se para fazer, quem é que vai atrás da funcionária?
Comida: Quem é que naturalmente vai esquentar a barriga no fogão e depois esfriar na pia?
Filhos: Nossa, tema super delicado... Já começa na decisão de tê-los. Nunca entendi por que é que a mulher é que previne (na maioria da vezes! E caso não for o plano, o desejo do momento) se é o homem que "produz". Se evita mexendo no organismo da mulher que recebe em vez de bloquear a produção já no homem. Tá, o assunto é complicado, pula para a parte prática. A transformação é toda na mulher. Corpo, pele, cabelo, restrições na carreira, dilemas, etc. A vida do homem muda com o que mesmo? Ah, ele tem que decidir de assume ou foge. Ô dificuldade! Quem se preocupa com a alimentação, educação, desenvolvimento, crescimento, com quem deixar e tal? Quando fica doente quem corre com eles? A escola liga para quem ir buscar?
Uma vez ou outra se recebe "ajuda". Mas ajuda??? Ué, por que ajuda? Não quero ajuda! Quero meio a meio! Um casal são duas pessoas, por que uma faz e a outra não? Por que simancol não é item obrigatório nas pessoas?
Ah, quer igualdade? Tenta cuidar de tudo. E sim, vai conseguir, pirar as vezes mas consegue, é instinto da mulher, E quanto aos deveres? Acha mesmo que dá para ter igualdade nos direitos e deveres? Eu achava que sim. Agora tenho certeza que não!
Não vale a pena lutar para conseguir dividir a conta do restaurante se em casa as tarefas não são divididas. Não adianta lutar por igualdade de direitos se não existe igualdade de deveres.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Resumo da minha vida


Era uma vez uma garotinha cheia de planos. Cresceu apostando que não seria como a mãe, dependente do marido e da casa, que iria dominar o mundo, ser independente e próspera, arrumou um emprego cedinho, quis ser livre mas foi mãe, mãe sozinha, de coração partido, reorganizou as metas, viu afundar metade dos sonhos, encontrou razão para viver, reconstruiu o coração, amou, casou, foi mãe de novo, dai viu que a carga é muito mais pesada do que poderia imaginar... Reorganizou as prioridades, se dedicou ao que verdadeiramente vale a pena. Guardou seu eu na caixinha e um dia há de se reencontrar!